Acesse: Dicionário marxismo na América
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O PROJETO
HISTÓRICO, ESTRUTURA DA OBRA, COORDENAÇÃO/CONSELHOS/COMISSÕES, SEMINÁRIO DE PESQUISA, MODELO DOS VERBETES, LISTA PRÉVIA DE MARXISTAS SELECIONADOS
O Dicionário Marxismo na América é uma obra coletiva de resgate histórico da memória de marxistas que começaram a desenvolver o pensamento-luta iniciado por Marx e Engels nas novas nações americanas.
Coordenado pelo Núcleo Práxis-USP – organização que desenvolve atividades políticas, acadêmicas e de educação popular – o trabalho envolve quase uma centena de pesquisadores voluntários de várias nações do mundo, e será publicado no formato livro, em breve, pelas editoras Práxis Literária e Expressão Popular.
Seus primeiros tomos, previstos para mais de mil páginas, abarcarão biografias e ensaios sobre as ideias e práticas políticas de cerca de 150 marxistas que viveram, escreveram e atuaram em países americanos – desde o período de formação do marxismo na América, na segunda metade do século XIX, até os anos 1970, quando se agrava a crise estrutural do capitalismo.
Antes disto, os verbetes que compõem esta enciclopédia marxista podem ser lidos na rede, sob a forma de artigos: livres e disponíveis periodicamente no portal Núcleo Práxis-USP, além de difundidos por revistas e portais parceiros do Brasil e exterior.
DA IDEIA À OBRA
Concebido em meados de 2015, a partir de debates no âmbito do Grupo de Estudos sobre o Marxismo (do Núcleo Práxis-USP), em 2018 o projeto se consolida e começa a ser construído na prática, com a sistematização do Seminário sobre o Marxismo na América — coletivo de trabalho que envolveu cerca de duas dezenas de estudiosos, divididos em cinco subgrupos, cada qual responsável por pesquisas a respeito de autores de uma região do continente: Brasil, Cone Sul, Andes, México-América Central, e Caribe-América do Norte.
Neste processo, estudamos o contexto histórico das diversas nações americanas, bem como aspectos historiográficos e filosóficos do marxismo desenvolvido na América, além de promover uma pesquisa histórico-arqueológica que se dedicou a descortinar a memória dos personagens marxistas do continente. Isto se deu não apenas através de estudos bibliográficos de praxe, mas por meio de entrevistas com militantes e acadêmicos das humanidades representantes das diversas nações do continente, dos quais se escutou e recolheu opiniões acerca do marxismo e dos principais marxistas de seus países.
Durante dois anos, reunindo-se mensalmente, os membros do Seminário investigaram, apresentaram e discutiram coletivamente o fruto dos estudos de seu grupo de trabalho – a partir do que se elaborou uma pré-seleção dos marxistas que teriam sua história, biografia política e ideias pesquisadas e analisadas.
Ao final deste período de pesquisas e entrevistas, foram então avaliados e escolhidos os nomes considerados mais relevantes dentre os marxistas históricos da América — autores que viriam a compor o Dicionário, tendo sua história, práxis política e obra divulgadas ao público.
Atualmente, após cinco anos de trabalhos de pesquisa, redação, revisão, tradução e edição crítica dos textos, o Dicionário Marxismo na América está na fase final de escrita e elaboração de seu volume pioneiro – dando início à pré-publicação de seus primeiros verbetes, que estarão semanalmente disponíveis no portal da organização, na forma de artigos.
E em breve a obra terá seu 1o tomo publicado em formato livro — digital (gratuito) e impresso (a preços populares) — com lançamento previsto para 2028, quando se completam 10 anos de trabalho.
O PROJETO E SEUS AUTORES
O projeto enciclopédico, coordenado por professores e pesquisadores militantes do Núcleo Práxis-USP (membros da Coordenação Geral e da Coordenação de Comunicação Política), tem um viés educacional — sendo voltado à formação política de estudantes e trabalhadores.
Em sua realização (pesquisa, redação, revisão crítica, traduções e edição final) conta atualmente com a contribuição voluntária de quase uma centena de intelectuais colaboradores (convidados ou ingressantes por meio de edital), teóricos e militantes com trabalhos de destaque na área — e oriundos de dezenas de nações de todo o mundo — como, entre outros:
- os membros da Coordenação Editorial da obra: Yuri Martins-Fontes (editor); Joana Coutinho, Pedro Rocha Curado, Felipe Deveza, Paulo Alves Junior e Ândrea Francine Batista (coeditores);
- os membros dos Conselhos Crítico Editorial e Consultivo, como: [Brasil] Anita Leocadia Prestes, Atilio Borón, Wilson do Nascimento Barbosa, Paulo Eduardo Arantes, Dennis de Oliveira, João Quartim de Moraes, Osvaldo Ángel Coggiola, Vera Lucia Vieira, Antonio Rago Filho, Ricardo Musse, José Paulo Netto, Gilberto Maringoni, Ivan Pinheiro, Michael Löwy, João Pedro Stedile; e [internacional] Cristina Mateu (Argentina), Pablo Guadarrama (Cuba), Sara Beatriz Guardia (Peru), Horacio Crespo (México), Lucilo Batle Reyes (Cuba), Lucio Oliver Costilla (México), Andrey Schelchkov (Rússia), entre outros;
- os membros dos Comitês Executivos: Comitê de Apoio Editorial, Comitê de Comunicação, Comitê Tradutor e Comitê de Apoio à Pesquisa;
- e os demais coautores e colaboradores da obra: quase uma centena de pesquisadores temáticos voluntários — autores de verbetes e participantes dos grupos de trabalho — membros do Núcleo Práxis-USP ou convidados e ingressantes através de Edital.
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O projeto está previsto para ser editado em dois volumes — cada qual dividido em dois tomos. O primeiro volume, começado em 2018, está dividido nos tomos: PRIMEIRO PLANO e OUTROS OLHARES. O primeiro tomo — PRIMEIRO PLANO — deve ser lançado em formato livro em 2028.
Em seguida, iniciam-se as publicações digitais do segundo tomo, o que deve tardar mais alguns anos, no ritmo rigoroso de um trabalho militante e voluntário.
Os primeiros 2 tomos do primeiro volume trazem a biografia política dos marxistas começaram a escrever com viés marxista desde o século XIX até meados do século XX, no imediato pós-guerra. Já os tomos do segundo volume tratam dos marxistas que produziram suas obras entre os anos 1950 e 1970, época do agravamento da crise estrutural capitalista e da imposição neoliberal. Há ainda planos para um tomo extra sobre marxistas ativistas e artistas que não deixaram legado ensaístico-teórico.
Antes da publicação dos verbetes em formato livro, os verbetes estão desde 2023 sendo divulgados como artigos — originalmente no portal Núcleo Práxis-USP, sendo também cedidos a portais parceiros, com os quais se estabeleceu acordo para divulgação periódica e popularização do projeto de viés educacional: Revista Fórum, Diálogos do Sul, Marxismo 21, Expressão Popular e A Terra É Redonda.
Em paralelo, está em processo a tradução dos verbetes — por grupos de tradutores ligados ao Núcleo Práxis — para os idiomas espanhol, francês, russo, inglês e italiano, com vistas à difusão da obra no estrangeiro. Portais parceiros como o Rebelión (Espanha), Contretemps (França) e Academia de Ciências da Rússia desde 2024 vêm publicando em seus portais as traduções em seus respectivos idiomas.
Vale destacar também que, após a publicação em formato livro, novos verbetes poderão ser acrescidos à obra, periodicamente publicados no portal Núcleo Práxis-USP e em plataformas parceiras — os quais poderão constar de novas edições em formato livro ampliadas.
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Cada verbete do Dicionário marxismo na América traz biografia política, análise do pensamento e comentário sobre a obra de pensadores marxistas que representam todas as regiões da América, e abrangem quase a totalidade de países do grande continente.
O Primeiro Volume está sendo composto com aproximadamente 110 verbetes — dispostos em dois tomos, cada qual com cerca de 600 páginas. Neste volume inicial, trata-se do “período de formação” do materialismo-histórico na América (segunda metade do século XIX até meados do XX).
O Tomo I do Primeiro Volume, PRIMEIRO PLANO, é dedicado aos marxistas com maior visibilidade em seus países.
Já o Tomo II do Primeiro Volume, OUTROS OLHARES, se centra naqueles marxistas cujas obras foram menos conhecidas em sua época, não obstante sua importância histórica e, inclusive, para a atualidade — posto que os problemas e por conseguinte os temas do marxismo se modificam com a História.
A ideia central desta enciclopédia teórico-didática marxista é oferecer a jovens estudantes e trabalhadores acesso ao legado marxista construído no continente americano — sobre problemas e questões próprias especialmente aos países americanos –, através do resgate da memória de centenas de autores, representantes históricos de nosso marxismo: marxistas cujos aportes ajudaram a consolidar uma autêntica filosofia da práxis americana, isto é, um pensamento-luta atento às questões nacionais destas novas nações.
Visa-se assim oferecer ao grande público – de modo crítico, não meramente descritivo – uma compreensão introdutória de como os povos da América contribuíram de modo original e contundente à concepção dialética da história, e como suas perspectivas e ideias são pertinentes nos dias de hoje.
O corte epistemológico da obra priorizou autores que aportaram ao marxismo reflexões autênticas: seja com relação às análises historiográficas com que investigaram questões nacionais, seja no âmbito conceitual mais propriamente filosófico (totalizante, universal). Entretanto, foram valorizados também os que se dedicaram à organização política e trabalhos de base – posto que a práxis é um dos princípios do pensamento-luta marxista.
ACERCA DOS VERBETES
Com conteúdo e textos cuidadosamente trabalhados – constituídos em várias etapas de revisão de conteúdo e edição crítica –, o Dicionário do marxismo na América tem também por objetivo ser uma publicação democrática, com amplo acesso, difusão e capilaridade, transpondo assim os muros academicistas que por vezes confinam o marxismo nos meios universitário e editorial: um livro que possa vir a se estabelecer como uma referência educacional consistente para o pensamento marxista – divulgando o materialismo histórico para leitores em geral, desde os iniciantes (em processo de conscientização e formação política), aos já conhecedores e afins aos temas desta visão crítico-humanista de mundo a que se denomina, grosso modo, socialismo.
Através da valorização da memória comunista – personagens e ideias –, a proposta é a de que a obra proporcione conteúdo para uma melhor educação política aos futuros militantes em formação: trabalhadores, formandos secundaristas e estudantes do ensino superior. Foi concebido para todos os interessados na filosofia e historiografia socialista – não só aos teóricos ou estudiosos do ramo –, contando para tanto com artigos que, embora densos, estão esquematizados segundo um padrão pedagógico que dá fluidez à leitura e facilita a compreensão.
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Com este sentido didático — que sendo propedêutico, tem também a intenção propiciar elementos para um debate mais aprofundado sobre o pensamento e práxis política de cada marxista –, foi desenvolvido um modelo de verbete uniforme, cujas partes, de variada complexidade, podem ser lidas com certa independência entre si.
Após diversas tentativas, modificações parciais e aprimoramentos que julgamos necessários, o padrão para a redação dos verbetes se estabeleceu assim:
- item 1 (biografia histórica) — perspectiva cronológica da vida e formação intelectual dos pensadores-militantes, na conjuntura histórica em que viveram, sua atuação política, profissional, acontecimentos e feitos de maior destaque;
- item 2 (ensaio político-filosófico)— logo, um breve ensaio de interpretação sobre as principais ideias políticas e conceitos que os comunistas biografados aportaram ao marxismo, compreendido em suas diversas vertentes e campos do conhecimento, tanto em aspectos teóricos como práticos (trabalhos de base políticos, educacionais);
- item 3 (resenha bibliográfica) — comentário geral sobre a obra do autor, com sucinta descrição de seus livros ou principais escritos, seguida de uma listagem referenciada que apresente sua bibliografia teórica como um todo, além de outras manifestações literárias e artísticas;
- item 4 (material bibliográfico) — referências utilizadas na composição do verbete e sugestões de leituras de outros estudiosos que escreveram a respeito do autor.
A EDIÇÃO
Inicialmente o Dicionário será publicado no Brasil, em português (impresso e digital), pelas editoras Práxis Literária e Expressão Popular; concomitantemente, mediante cooperação com camaradas de vários países, estão sendo feitas traduções para o castelhano, francês, inglês e italiano.
A divisão dos dois volumes, cada qual com dois tomos, e do tomo extra da obra é a seguinte:
- Primeiro Volume (Tomos I e II): sobre o período dos primórdios do pensamento marxista na América, com os marxistas que começaram a escrever desde fins do século XIX, atravessando a primeira metade do século XX, até os anos posteriores ao fim da II Guerra; tomo I – PRIMEIRO PLANO, tomo II – OUTROS OLHARES.
- Segundo Volume: sobre o marxismo mais contemporâneo, dedicado aos marxistas que iniciaram seus escritos sobre o tema entre os anos 1950 e o início dos 1970, passando portanto pelas revoltas da década de 1960 (fim do estado de bem-estar social) e tratando do período de declínio social devido ao agravamento da crise estrutural do capitalismo;
- Terceiro Volume: como mencionado, há possibilidade de um volume extra, dedicado aos marxistas que expuseram suas concepções de mundo de forma não teórico-ensaística, seja por meio das artes (literatura e outras manifestações artísticas), seja por meio de ações práticas – ativismo direto, trabalhos de base –, mas sem terem deixado um legado (escrito ou ao menos transcrito) que fundamentasse de modo mais objetivo sua teoria ou concepção marxista.
CRITÉRIOS
O processo de escolha dos marxistas que entrariam no Dicionário (nos volumes I e II) envolveu uma série de estudos prévios, cujo resultado levantou algumas dezenas de nomes consensuais, mas sobretudo nos fez perceber a necessidade de aprofundarmos nossas pesquisas, o que acabou se concretizando com a formação do Seminário Marxismo na América, organizado pelo Núcleo Práxis-USP.
Assim, durante quase dois anos, cerca de 25 pesquisadores do Núcleo Práxis-USP se reuniram periodicamente para debater o tema: a cada semana, dentro dos vários grupos de trabalho “regionais”, e mensalmente em reuniões gerais, para intercâmbio interno das primeiras experiências.
Após um tempo dedicado à obtenção de informações básicas sobre o conjunto de autores marxistas de cada país, estabelecemos contatos com militantes e intelectuais de várias nações americanas, nos correspondendo e entrevistando membros e líderes de diversos partidos socialistas, comunistas e de trabalhadores, além de professores e estudiosos da questão ligados às principais universidades nacionais do continente. Estes contatos internacionais aportaram a nosso processo de seleção um precioso conhecimento “local” – diversificado, democrático – que viria a se somar a nossas anteriores pesquisas mais generalistas.
Com esta pesquisa prévia concluída, demos início às apresentações dos resultados e conclusões de cada grupo de trabalho “regional” aos participantes do Seminário como um todo.
Na última etapa de seleção, com mais de 100 marxistas pré-selecionados (apenas para o tomo I) – sempre de acordo com o recorte deste primeiro volume (ter começado a escrever obra teórica marxista até o fim da II Guerra) –, passamos a discutir os critérios para refinamento de nossas escolhas.
Em diálogo com as editoras parceiras — Práxis Literária e Expressão Popular — acordamos ter por meta um número que estava dentro dos limites razoáveis de uma edição impressa (ainda que futuramente a edição digital possa comportar uma ampliação de verbetes): cerca de 60 marxistas por tomo.
Um dos principais parâmetros que nos guiaram foi o de dar preferência aos autores que tenham aportado ideias originais ao marxismo – deixando seu pensamento registrado por escrito (livros, artigos, manifestos, discursos transcritos, entrevistas, correspondência).
Entretanto, valorizamos também os educadores e divulgadores marxistas que, mediante trabalhos de base, contribuíram à difusão e popularização do materialismo-histórico e produziram algum legado teórico.
Outros critérios que nos orientaram foram:
– tendo em vista que se trata de uma obra educacional, de formação política, que tem por objetivo a divulgação da história de lutadores comunistas – militantes que dedicaram suas vidas ao socialismo marxista –, às vezes esquecidos pela tendenciosa narrativa hegemônica (“moderno-cientificista” ou “pós-moderna”), demos preferência àqueles que se mantiveram durante toda sua existência, senão militantes marxistas, mas ao menos partidários de alguma forma de socialismo (no sentido amplo do conceito); ou seja, autores que podem eventualmente ter se afastado em algum momento do pensamento marxista ou do movimento comunista, mas que entretanto não se tornaram jamais reacionários (adeptos de ideologias capitalistas – sejam liberais ou fascistas);
– priorizamos também uma maior diversidade, com atenção ao gênero e às etnias que formam os povos americanos: indígenas, negros, mulheres – e isto em cada país ou ao menos em cada região do continente;
– buscamos ainda abarcar o máximo de países e regiões da América (e dos Brasis) – de modo que afinal alcançamos ter representantes de todas as regiões americanas (e de quase todos os países, embora não todos, já que no período deste tomo I algumas nações estavam ainda em formação, ou eram colônias subjugadas).
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MANUAL DE REDAÇÃO
Dicionário marxismo na América
DETALHAMENTO DOS ITENS DE UM VERBETE-MODELO
[padrão editorial a ser seguido em todos os verbetes]
[ABERTURA/CABEÇALHO: abre todos os verbetes, após o título e a linha-fina editorial]:
SOBRENOME [obs: autores hispânicos usam normalmente o 1o sobrenome, e não o 2o], Nome; “Apelido” [entre aspas se houver] (nacionalidade; Cidade nascimento, ano – Cidade morte, ano)
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[item] 1- Vida e práxis política
*ESTE ITEM É DESCRITIVO e CRONOLÓGICO (idêntico ao de qualquer enciclopédia básica)
EXEMPLO:
O autor nasceu em tal região (rica/árida/pobre/industrializada, etc.) do país [não repetir a cidade/ano, já no cabeçalho]… Era uma época em que seu país passava por um contexto…Estudou isto e depois aquilo… e trabalhou em tal… depois fez também isso….Sua formação política se deu a partir de… Militou/filiou-se/fundou/participou de tais projetos…
A partir da escrita de sua primeira grande obra Título do livro em itálico (ano), passa a participar… Viaja por tal país… Retorna em tal ano… Mais tarde, participaria de tal projeto/movimento e escreveria também outro Livro (ano) que se destacou no contexto nacional etc. No fim da vida participou ainda de… Morreu de … no ano…
*OBSERVAR para que não haja lacunas (de uma década, por exemplo) na vida do biografado… e que esteja clara a situação e data de sua morte, além de outras datas importantes.
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[item] 2- Contribuições ao marxismo
* ITEM É ANALÍTICO: CENTRADO NAS IDEIAS DO AUTOR
É ESTE O ITEM QUE DIFERENCIA A PROPOSTA PEDAGÓGICO-TEÓRICA DO DICIONÁRIO
*NOTA: embora se possa citar neste item alguma obra sua de mais impacto, isso deve ser feito só de passagem (para situar algum conceito ou polêmica ou posição política do autor) – pois o foco neste item é seu pensamento, suas ideias, suas posições teóricas ou políticas.
[Obs.: evitar citar nome de estudiosos do autor/comentaristas, a não ser em casos especiais em que se trate de um outro marxista – que tenha uma análise/comentário impactante sobre o autor marxista em questão].
EXEMPLO:
A ideia de marxismo para o autor tem as seguintes características… OU: No contexto de sua época, o autor defendeu tais ideias, tal posição política, a educação popular, o feminismo, o antirracismo etc.
Em sua concepção, o socialismo tem por princípios… OU: em sua concepção, os trabalhadores/as mulheres deveriam ter tais direitos…
No debate político da época, em que se confrontavam “tais” e “tais” correntes, ele foi partidário de…
Os principais temas que desenvolveu foram a filosofia (em que defende a posição tal), a economia (com a ideia de que…)… Já na política, ainda que não tenha teorizado a respeito, justificou suas posições (aliancista/antialiancista, heterodoxa etc da seguinte forma: …
* [Se quiser, cite aqui no item 2 algum livro ou artigo em que o autor defendeu tais posições – mas cite apenas de passagem]
Em seu livro TAL, o Autor defende que…
Dedicou-se muitos anos à educação/ao jornalismo/ às atividades de editor – à difusão do marxismo e conscientização popular, tendo enveredado também nos estudos da psicologia dialética, pedagogia, sociologia…
* [ou ainda, se for o caso]– Foi também dramaturgo/pintor/poeta/cronista, tendo atuado em tais meios/revistas/jornais… Fundou as revistas tal (ano) e tal (ano)…
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[item] 3- Comentário sobre a obra
* ESTE ITEM É A “BIBLIOGRAFIA” DO AUTOR MARXISTA BIOGRAFADO
(incluindo breve DESCRIÇÃO do TEMA de seus LIVROS PRINCIPAIS – de preferência cronologicamente apresentados)
* É OBRIGATÓRIO menção a obras do autor (com base marxista) escritas antes de 1945.
* É normal que haja BREVE menção às grandes OBRAS do autor nos ITENS 1 (como parte de sua vida), e no item 2, como marcos de seu pensamento. Porém aqui no ITEM 3 [bibliografia do autor] estas obras devem vir REFERENCIADAS (vide modelos abaixo – para livros ou artigos).
* No caso das OBRAS mais importantes, além de referenciadas, elas devem ter seu CONTEÚDO brevemente RESUMIDO.
EXEMPLO:
a) PARÁGRAFO INICIAL: De início, pode-se fazer alguns comentários genéricos sobre sua OBRA – um panorama geral, como por exemplo: “O autor tem uma obra grande/pequena/esparsa etc.
Escreveu muitos LIVROS, ou não publicou nenhum livro, mas apenas artigos/entrevistas transcritas, discursos etc.
Em seus primeiros textos, o autor se centra em TAL assunto. E mais tarde, envereda por tal caminho…
b) Em seguida, apresentar os livros principais – referenciando e comentando estes livros principais um a um (tratar cada livro em um único parágrafo).
*NOTA: os demais livros “secundários”, se forem muitos, podem ser apenas mencionados (sem necessidade de resumi-los).
* Caso o autor não tenha livro, comentar de 3 a 5 artigos principais.
* Tanto os livros principais como os secundários: todos os LIVROS devem ser REFERENCIADOS!
* Para os LIVROS (ou Artigos) PRINCIPAIS:
descrever em um único parágrafo os TEMAS centrais tratados no livro (resumindo a obra, ao modo de uma “orelha de livro”), e dar também, caso haja, a referência da EDIÇÃO DIGITAL do livro.
“Na obra tal Título em Itálico (Cidade; Editora, ano 1a publicação), o autor aborda tais e tais assuntos, o que seria um primeiro passo para…”…
[E logo, no próximo parágrafo]: “Outro grande livro seu é Tal-2 (Cidade: editora, ano), em que fala de… e em seguida, escreve …, publicado postumamente, em que discorre…”
* Descrever cerca de 6 ou mais livros – se houver… Sempre um livro por parágrafo!
Se achar necessário, descreva ainda um artigo de impacto.
No caso de só haver ARTIGOS (e NENHUM LIVRO), descrever brevemente 5 ou mais ARTIGOS principais (separando em diferentes parágrafos cada descrição de artigo, para não haver confusão entre os temas dos textos).
c) Ao final da descrição de livros principais, dar uma lista com todos os livros secundários: porém, todos em um único parágrafo, apenas dando-se: Título (cidade: editora, ano de primeira publicação). E se houver ainda algum ARTIGO de destaque, também citar/referenciar e comentar após os livros:
“Dentre seus principais artigos, destacam-se: ‘Tal artigo XXXXX (Revista – em itálico, Cidade, ano da publicação), em que discute… Escreveu também o artigo YYYYYY’ (referência-idem), em que detalha… etc.”
d) Se houver obra traduzida em português, favor citá-la.
E se houver artigos/textos do biografado disponível na internet, favor dar o portal e endereço.
IMPORTANTE:
– MODELO DE REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA RESUMIDA:
Dar as referências de TODOS os LIVROS/ARTIGOS citados LOGO EM SEGUIDA DO TÍTULO (entre parêntesis):
– LIVRO: Título em itálico (Cidade; Editora, ano 1a publicação)…
– ARTIGO: “Artigo entre aspas” (Nome da Revista em itálico, Cidade, número, ano da publicação)
– TESE: Título em itálico (Universidade – Faculdade [tipo de trabalho- tese, dissertação etc.], Cidade, ano/ Disp.: www…).
Exemplos:
“No livro Título e subtítulo sempre em itálico (Cidade: Editora, ano da Primeira publicação), o autor discorre obre este e aquele assunto, falando disso e daquilo. Esta obra pode ser encontrada [se houver!] em meio digital em tal Portal-Nome (disp.: www…).
É também importante a obra Xxxxxxxx-2 (Cidade: Editora, ano 1a Public.) em que o autor trata de tais pontos, e seria um primeiro passo para sua ideia tal… Em seguida, ele escreve também os artigos etc.
NOTE: neste item são citados, portanto, todos os livros do autor – sempre que isso seja possível (e se não for, explicar o porquê: tem dezenas de livros, ou algumas obras foram perdidas etc.).
LEMBRAR: no caso da obra secundária, pode-se apresentar apenas as referências (sem necessidade de comentar seus temas).
NESTA LISTAGEM “SECUNDÁRIA”: citar todas as obras em sequência (separadas por ponto e vírgula) – e sempre COM REFERÊNCIAS (de acordo com o modelo acima descrito):
* para LIVRO: (Cidade: Editora, Ano 1a Publicação);
* para ARTIGO: (Revista em itálico, Cidade, Ano de Publicação).
Exemplo: “Escreveu também os seguintes livros: Itálico para nome de livro (Cidade: Edit., Ano 1a Public); Outro Livro (Cidade: Edit., Ano 1a Public); etc.
Por fim, entre seus artigos, destacamos estes dois: “Artigo entre aspas” (Revista em itálico, Cidade, Ano de Publicação); “Outro artigo entre aspas” (Revista em itálico, Cidade, Ano de Publicação) etc.
d) Outras possíveis menções:
* Se houver, citar ainda os livros publicados POSTUMAMENTE…
* Mencionar ao final, se houver, as edições de obras do marxista em português (e no caso de serem brasileiros, se houver edições no estrangeiro).
* Se existir, dar a referência de edições digitais – seguido do endereço apenas da página principal do PORTAL – e entre parêntesis (www.xxxxxxx.org).
* E, se for o caso, apresentar ainda alguns de seus outros trabalhos de destaque
(com breve menção ao tema): artes/literatura/conferências/dramaturgia etc.
Exemplo: “Escreveu também um importante drama histórico intitulado publicado em tal Revista: “Nome do texto entre aspas” (Revista, Cidade, n.XX, ano de publicação) em que fala de um período histórico…”… Escreveu também um tomo de poemas Os Lusíadas revividos (Cidade: Editora, ano 1a publicação)…
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[item] 4 – Bibliografia de referência
*Este ITEM é a bibliografia que usamos para composição do verbete/ contém obras de estudiosos que TRATAM/ ESCREVEM SOBRE o marxista, mas não do próprio marxista!].
Ou seja, no item 4::
a) Devem estar referenciados textos (de 5 a 10 obras) de comentaristas LIDOS e sobretudo USADOS POR NÓS – obras que trataram do marxista biografado.
E ainda, se possível: 1 obra DIDÁTICA para estudantes/trabalhadores (que queiram saber mais).
b) Portanto, NÃO incluir aqui textos do próprio marxista – pois estas obras (que devemos ter lido para compor o verbete), já estarão mencionadas no item 3.
c) Usar sempre o nosso padrão ABNT reduzido (MODELO DE REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA RESUMIDA), conforme EXEMPLOS A SEGUIR:
de livro sempre em itálico:
– SOBRENOME AUTOR, Nome. Título: e subtítulo do livro sempre em itálico (não usar negrito!). São Paulo: Editora, Ano.
– SOBRENOME AUTOR, Nome. “Artigo sempre entre aspas”. Revista ou Portal sempre em itálico. Cidade de publicação, n. 13, 1917.
– TESE: Título em itálico. Universidade Xxxx – Faculdade de C… [tipo de trabalho- tese, dissertação, relatório, etc.], Cidade, ano. Disp.: www… (se houver).
d) Não repetir nomes de autores na referência bibliográfica… em caso de dois livros do mesmo autor, na segunda referência, em vez do SOBRENOME do autor, usar o tradicional caractere “sublinhado” (“_” — 6 vezes seguidas), assim : ______
ATENÇÃO: AUTORES HISPÂNICOS EM GERAL USAM O PRIMEIRO SOBRENOME (e, portanto, o segundo sobrenome deve estar em caixa baixa, a não ser que o autor use ambos), por exemplo: CASTRO Ruz, Fidel. A história me absolverá: escritos reunidos etc. Havana: editora, ano. Ou: Elena Torres Cuéllar, se reduzido, fica: Elena Cuéllar… etc.
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Obs: fecham os verbetes as “notas editoriais”, com minibiografia dos autores, incluindo formação acadêmica, ofícios principais e referência de alguma obra publicada.
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Interessados em contribuir, favor escrever para:
nucleopraxis.usp.br@gmail.com
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ANEXOS
* GUIA MODELO DE REDAÇÃO DOS VERBETES
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- O marxismo de Leôncio BasbaumMédico, editor e pensador marxista, foi organizador da Juventude Comunista e dirigente do Partido Comunista do Brasil (PCB), destacando-se em trabalhos de formação política e produzindo uma das primeiras aplicaçõesContinuar lendo “O marxismo de Leôncio Basbaum”
- O marxismo de Acosta SaignesJornalista, professor, editor, antropólogo e historiador, foi fundador do Partido Comunista de Venezuela e do Partido Republicano Progresista, organização legal que abrigou os comunistas venezuelanos durante perseguição política Por ClaudiaContinuar lendo “O marxismo de Acosta Saignes”
- O marxismo de John ReedJornalista, escritor e militante socialista, foi fundador do Partido Comunista dos Trabalhadores dos Estados Unidos e autor de Dez dias que abalaram o mundo, clássico do jornalismo literário no qualContinuar lendo “O marxismo de John Reed”
- O marxismo de Stanley RyersonHistoriador, filósofo e jornalista, foi dirigente do Partido Comunista do Canadá, militando na formação política e se destacando como um dos primeiros marxistas a desenvolver uma interpretação materialista histórica daContinuar lendo “O marxismo de Stanley Ryerson”
- O marxismo de Claude McKayEscritor, operário e jornalista jamaicano, boêmio e bissexual, foi militante do movimento negro, membro da Workers’ Socialist Federation (Inglaterra) e da Internacional Comunista, centrando-se em articular a questão do racismoContinuar lendo “O marxismo de Claude McKay”
- O marxismo de Jacques RoumainAntropólogo, escritor, poeta, professor e diplomata, foi fundador do Partido Comunista Haitiano e expoente do movimento Negritude, defensor da ideia de que a questão do negro não deve ser reduzidaContinuar lendo “O marxismo de Jacques Roumain”
- O marxismo de Caio PradoHistoriador, filósofo, editor e político, foi militante do Partido Comunista Brasileiro durante toda a vida, sendo pioneiro de uma interpretação marxista autêntica da realidade brasileira Por Yuri Martins-Fontes * PRADOContinuar lendo “O marxismo de Caio Prado”
- O marxismo de Juan B. JustoMédico, jornalista, político e escritor militante, foi o primeiro tradutor direto do clássico O capital de Marx ao espanhol, fundou o Partido Socialista Argentino e se destacou como defensor doContinuar lendo “O marxismo de Juan B. Justo”
- O marxismo de C. L. R. JamesHistoriador, jornalista, ensaísta e militante socialista de Trinidad e Tobago, foi um dos fundadores do movimento independentista Agência Internacional de Serviços Africanos e do pan-africanismo radical, tendo atuado também pelosContinuar lendo “O marxismo de C. L. R. James”
- O marxismo de Diego RiveraArtista plástico, ensaísta e ativo militante político, foi um dos maiores pintores muralistas mexicanos, tendo sido membro do Partido Comunista del México e, por breve período, da IV Internacional PorContinuar lendo “O marxismo de Diego Rivera”
- O marxismo de Pío TamayoPoeta, escritor, editor e educador, foi um pioneiro do marxismo venezuelano, tendo participado da organização do primeiro Partido Comunista de Cuba e fundado o coletivo Carpa Roja, precursor dos núcleosContinuar lendo “O marxismo de Pío Tamayo”
- O marxismo de PaguEscritora, jornalista, tradutora, desenhista e diretora teatral, participou do movimento antropofágico modernista e foi militante do Partido Comunista do Brasil e do Partido Socialista, tendo atuado também em órgão secretoContinuar lendo “O marxismo de Pagu”
- O marxismo de Emilio FrugoniEnsaísta, poeta, crítico de teatro, professor de Literatura e de Direito, editor e político, foi fundador do Partido Socialista de Uruguay e um dos pioneiros do marxismo uruguaio Por NataliaContinuar lendo “O marxismo de Emilio Frugoni”
- O marxismo de Aimé CésaireAimé Fernand David Césaire, nasceu em uma família pobre e numerosa, na Martinica, ilha que ainda hoje é uma colônia dominada pela França; foi o segundo dos seis filhos de Fernand Césaire, funcionário público, e Éléonore Hermine, costureira.
- O marxismo de Elena Torres CuéllarRevolucionária, educadora, pioneira do socialismo e do feminismo mexicano, foi membro do Partido Comunista, dirigente do Birô Latino-Americano da III Internacional e protagonista das reformas educacionais de seu país PorContinuar lendo “O marxismo de Elena Torres Cuéllar”
- O marxismo de Octávio BrandãoFarmacêutico, jornalista, editor e radialista, foi dirigente político e um dos primeiros teóricos do Partido Comunista do Brasil (PCB) Por Gilberto Maringoni e Paulo Alves Junior * BRANDÃO REGO, OctávioContinuar lendo “O marxismo de Octávio Brandão”
- O marxismo de William Burghardt Du BoisHistoriador, sociólogo, professor universitário e editor, foi um idealizador do pan-africanismo e pioneiro no estudo da questão racial de classe, liderando organizações comunistas antirracistas dos Estados Unidos Por Noemi SantosContinuar lendo “O marxismo de William Burghardt Du Bois”
- O marxismo de Vicente Lombardo ToledanoProfessor, advogado, sindicalista, político e jornalista, foi fundador da Confederação de Trabalhadores da América Latina e do Partido Popular Socialista mexicano, com destacada atuação nos debates públicos do período pós-revolucionárioContinuar lendo “O marxismo de Vicente Lombardo Toledano”
- O marxismo de Astrojildo PereiraGráfico, jornalista, ensaísta e crítico literário, foi fundador e dirigente do Partido Comunista do Brasil (PCB), destacando-se como divulgador do comunismo e por contribuir para a formulação de uma dasContinuar lendo “O marxismo de Astrojildo Pereira”
- O marxismo de Juan Isidro Jimenes GrullónMédico, professor, guerrilheiro, historiador e filósofo, foi fundador do Partido Revolucionario Dominicano e membro do Movimiento de Liberación Dominicana (apoiado pelo governo revolucionário cubano) Por Yuri Martins-Fontes e Marcelo RobertoContinuar lendo “O marxismo de Juan Isidro Jimenes Grullón”
- O marxismo de Ricardo Martínez de la TorreJornalista, contador, editor e historiador do movimento operário peruano, o intelectual marxista foi parceiro de Mariátegui na revista Amauta e fundador do Partido Socialista del Peru (depois nomeado Partido ComunistaContinuar lendo “O marxismo de Ricardo Martínez de la Torre”
- O marxismo de Nelson Werneck SodréEscritor, militar, crítico literário, jornalista, professor e historiador, foi um dos principais intelectuais marxistas brasileiros – tendo abordado, em sua vasta obra, desde temas da cultura e história do BrasilContinuar lendo “O marxismo de Nelson Werneck Sodré”
- O marxismo de Lívio XavierJornalista, tradutor, poeta e crítico literário, foi pioneiro do trotskismo brasileiro, tendo sido membro do Partido Comunista do Brasil (PCB) e, mais tarde, fundador do Grupo Comunista Lênin e daContinuar lendo “O marxismo de Lívio Xavier”
- O marxismo de Luis Emilio RecabarrenTipógrafo, editor, jornalista e intelectual autodidata, foi militante sindical, dirigente político, fundador do Partido Comunista de Chile e intenso propagador das ideias socialistas Por Daniel de Souza Sales Borges *Continuar lendo “O marxismo de Luis Emilio Recabarren”
- O marxismo de Ricardo Paredes RomeroMédico, escritor, político, intelectual e dirigente comunista, foi fundador do Partido Comunista del Ecuador, desempenhando um papel central no desenvolvimento do marxismo equatoriano Por Vitor Vieira Ferreira e Yuri Martins-FontesContinuar lendo “O marxismo de Ricardo Paredes Romero”
- O marxismo de Hal DraperEditor, tradutor, bibliotecário e ensaísta, foi dirigente de organizações trotskistas estadunidenses e destacado estudioso da obra de Marx – tendo desenvolvido o conceito de “socialismo a partir de baixo” PorContinuar lendo “O marxismo de Hal Draper”
- O marxismo de César Guardia MayorgaProfessor, filósofo, poeta e intelectual marxista, notabilizou-se pela defesa da Reforma Agrária e da cultura indígena como fundamentos da construção nacional peruana Por Sara Beatriz Guardia * [Tradução: Yuri Martins-FontesContinuar lendo “O marxismo de César Guardia Mayorga”
- O marxismo de Euclides da CunhaEngenheiro, jornalista dedicado a questões sociais e escritor (autor do clássico Os sertões), foi inicialmente influenciado pelo socialismo utópico, antes de se voltar ao marxismo, sendo adepto da II InternacionalContinuar lendo “O marxismo de Euclides da Cunha”
- O marxismo de José RevueltasEnsaísta, escritor, dramaturgo e roteirista, foi um intelectual comunista orgânico, tendo militado ativamente pelo Partido Comunista de México, e mais tarde pelo Partido Popular, Partido Obrero-Campesino e Liga Leninista Espartaco,Continuar lendo “O marxismo de José Revueltas”
- O marxismo de Maurice SpectorJornalista, editor, advogado, dirigente político, foi fundador do Partido Comunista do Canadá, com o qual depois romperia, passando a promover a Oposição de Esquerda Internacional, de linha trotskista Por SeanContinuar lendo “O marxismo de Maurice Spector”
- O marxismo de José Carlos MariáteguiEscritor, jornalista, editor, cientista social, filósofo e dirigente comunista peruano, foi pioneiro de um marxismo propriamente americano – trazendo ao centro do debate marxista temas como o do comunismo indígenaContinuar lendo “O marxismo de José Carlos Mariátegui”
- O marxismo de Raya DunayevskayaJornalista, tradutora, editora e filósofa, trabalhou com Trótski, foi precursora do chamado “humanismo marxista” e se dedicou a ampliar as lutas sociais para além do recorte de classe, buscando integrarContinuar lendo “O marxismo de Raya Dunayevskaya”
- O marxismo de Eric WilliamsHistoriador e professor, liderou a independência de Trinidad e Tobago – de que foi por duas décadas primeiro-ministro –, destacando-se também como um dos marxistas que desvelaram os vínculos entreContinuar lendo “O marxismo de Eric Williams”
- O marxismo de David Alfaro SiqueirosPintor e escritor, participou da Revolução Mexicana (1910), foi ativo militante do Partido Comunista de México e protagonista do Movimiento Muralista – defendendo uma arte revolucionária e em sintonia comContinuar lendo “O marxismo de David Alfaro Siqueiros”
- O marxismo de Carlos BaliñoOperário, autodidata, jornalista, tradutor e editor militante, foi fundador do Partido Revolucionario Cubano (com José Martí) e do primeiro Partido Comunista de Cuba (com Julio Mella), sendo um dos precursoresContinuar lendo “O marxismo de Carlos Baliño”
- O marxismo de Rodney ArismendiIntelectual, jornalista e parlamentar, foi dirigente do Partido Comunista del Uruguay e fundador da coalizão Frente Amplio, lutando especialmente pela unidade de ação dos socialistas e trabalhadores uruguaios Por MateusContinuar lendo “O marxismo de Rodney Arismendi”
- O marxismo de Tina ModottiFotógrafa, jornalista, tradutora e atriz, buscou convergir estética e ética revolucionária; foi militante comunista e feminista, atuando pelo Socorro Vermelho (da Internacional Comunista), no México e em outros países PorContinuar lendo “O marxismo de Tina Modotti”
- O marxismo de Manuel Mora ValverdeGrande orador, advogado e fundador do Partido Comunista Costarricense – pelo qual foi deputado –, compreende a revolução como um processo de transformações institucionais a serem conduzidas com base naContinuar lendo “O marxismo de Manuel Mora Valverde”
- O marxismo de Blas RocaAutodidata, foi dirigente do primeiro e do atual Partido Comunista de Cuba, destacando-se como educador e divulgador do marxismo – pensamento que concebia como um guia a ser aplicado criativamente,Continuar lendo “O marxismo de Blas Roca”
- O marxismo de José Antonio ArzeSociólogo, educador, deputado, foi autor de um dos primeiros ensaios de interpretação marxista da realidade boliviana, e fundador do Partido de la Izquierda Revolucionaria (comunista) Por Marcos Vinicius Pansardi *Continuar lendo “O marxismo de José Antonio Arze”
- O marxismo de Mário PedrosaJornalista, crítico de arte e sobretudo um militante revolucionário internacionalista, defendeu a necessidade da revolução socialista brasileira, sob a liderança dos trabalhadores — organizados em partido próprio Por Everaldo deContinuar lendo “O marxismo de Mário Pedrosa”
- O marxismo de Liborio JustoPolítico, escritor, viajante, foi um dos introdutores do trotskismo na Argentina, aderiu ao movimento reformista, criticou a estrutura latifundiária e defendeu a luta dos povos originários e a integração continentalContinuar lendo “O marxismo de Liborio Justo”
- O marxismo de Luiz Carlos PrestesLíder revolucionário, protagonizou eventos históricos como o Tenentismo, foi dirigente do Partido Comunista e presidente de honra da Aliança Nacional Libertadora, legando importantes contribuições para a compreensão da Revolução BrasileiraContinuar lendo “O marxismo de Luiz Carlos Prestes”
- Dicionário marxismo na América: um resgate histórico de memórias combatentesApós meia década de trabalhos coletivos, vem a público obra que registra vida, pensamento e práxis política dos primeiros marxistas das nações americanas Por Yuri Martins-Fontes, Joana Coutinho, Pedro RochaContinuar lendo “Dicionário marxismo na América: um resgate histórico de memórias combatentes”
* EDITAL – I / 2021 : DICIONÁRIO MARXISMO NA AMÉRICA (COAUTORES)
[EDITAL COMPLETO PARA SELEÇÃO DE COAUTORES/ GUIAS DE REDAÇÃO DE VERBETES (MODELO) E DE ESTILO/ LISTA COM PRÉ-SELEÇÃO DE MARXISTAS]











































