CAMINHOS DA REVOLUÇÃO: RODNEY ARISMENDI E AS EXPERIÊNCIAS LATINO-AMERICANAS

Este artigo é parte do processo de pesquisa desenvolvido junto ao mestrado do Programa de Pós-graduação em Integração da América Latina da Universidade de São Paulo (PROLAM/USP). Consiste em analisar as interpretações e elaborações de Rodney Arismendi acerca do que chamava de caminho uruguaio ao socialismo. O referido autor fora Secretário-Geral do Partido Comunista do Uruguai (PCU) e editor da Revista Estudios, periódico teórico da agremiação, entre 1955 e 1989. O trabalho traz ainda reflexões acerca das experiências cubana e chilena a partir do triunfo de Fidel e Allende, respectivamente. Faz-se estas duas referências graças ao peso que ambas tiveram nas leituras de Rodney Arismendi, assim como na esquerda latino-americana. Por fim, trataremos do caso uruguaio e a experiência da Frente Ampla inserida no contexto da tática defendida por Arismendi.

NO SETE DE SETEMBRO (2021), UMA VITÓRIA DE BOLSONARO

O texto comenta que, em meados de 2021, enquanto as forças de direita dão demonstrações de força política e coesão (lideradas por Bolsonaro), as forças democráticas têm se mostrado frágeis e sem liderança. Defende-se então que, contra a ameaça fascista, é preciso se organizar uma Frente Ampla em defesa da democracia.