O marxismo de Julia Arévalo

Operária, editora, sindicalista e parlamentar internacionalista sempre próxima às organizações de base, foi fundadora do Partido Comunista del Uruguai , senadora e a primeira deputada comunista da América, atuando sobretudo contra a exploração de classe que oprime a mulher trabalhadora

A questão nacional e o marxismo de Nuestra América de Rodney Arismendi: “La sinfonía heroica de la revolución latinoamericana” – 4º Seminário Aberto [30/06/2026]

Intitulada A questão nacional e o marxismo de Nuestra América de Rodney Arismendi: “la sinfonía heroica de la revolución latinoamericana”, este trabalho de Mateus Fiorentini examina as contribuições do autor para a história intelectual da América Latina e os debates sobre a questão nacional a partir do materialismo histórico-dialético.

Petróleo: uma abordagem histórica entre hegemonia, competição e crise capitalista – 3º Seminário Aberto [29/05/2026]

Petróleo: uma abordagem histórica entre hegemonia, competição e crise capitalista – 3º Seminário Aberto. A pesquisadora Maria Clara Franco Cardoso apresentará resultados da sua dissertação de mestrado pelo Prolam

Le marxisme de Raya Dunayesvskaya

Journaliste, traductrice, éditrice et philosophe, elle a travaillé avec Trotski, fut précurseure de l’« humanisme marxiste » et s’est consacrée à élargir les luttes sociales au-delà des clivages de classe, cherchant à intégrer les revendications des mouvements féministes et noirs.

NEOFASCISMO, FORMA POLÍTICA DO CAPITALISMO EM CRISE: ANTINACIONALISTA, NEOLIBERAL, RACISTA

O fascismo é uma forma política do regime capitalista, posta em prática quando as classes dominantes veem ameaçado seu controle sobre o processo político-eleitoral; é assim abandonado o discurso liberalista-formal, com que em tempos de “estabilidade” do capitalismo, adornam de “democrático” seu sistema autoritário. Com o aprofundamento da crise estrutural capitalista – fenômeno que se explicita há décadas, resultando em frequentes crises econômicas, sociais, ambientais –, uma retirada brusca de direitos sociais torna-se crucial para a manutenção dos lucros do capital. Na América Latina, este processo, direta ou indiretamente impulsionado pelos EUA e UE, interrompe cerca de dez anos de governos reformistas. Por outro lado, é importante atentar a uma peculiaridade: ao contrário do que ocorreu no “fascismo clássico”, e em algum grau dá-se ainda no centro do sistema, em periferias do capitalismo nas quais não se desenvolveu uma burguesia nacional, caso das nações latino-americanas, os fascistas (como as classes altas de modo geral) não se identificam com a nação onde habitam, não sendo “nacionalistas” nem mesmo em um restrito sentido elitista. Ademais, o racismo, historicamente relacionado ao fascismo, em nossa América mestiça ganha enorme centralidade.

JOSÉ CANTÓN NAVARRO, SEMBRADOR Y SIMIENTE: HOMENAJE Y HONRA EN SU CENTENARIO

El texto es un homenaje póstumo a José Caridad Cantón Navarro, destacando su trayectoria como intelectual comunista cubano. Aborda sus humildes orígenes en una familia campesina, su temprana incorporación al movimiento comunista a los trece años y su formación como maestro en 1944. Ressalta su actuación como educador, historiador e internacionalista, su participación en la lucha contra la dictadura de Batista y su apoyo a la Revolución Cubana, además de su trabajo en la fundación de instituciones revolucionarias como las Escuelas del Partido y el Instituto de Historia del Movimiento Comunista. El homenaje enfatiza sus valores éticos, su defensa de la unidad de las fuerzas revolucionarias, su compromiso con el legado de José Martí y su sólida formación marxista-leninista, concluyendo que su mayor virtud fue haber sido un comunista ejemplar.

MARIÁTEGUI ET LE FÉMINISME

Parmi les grands mouvements de rénovation historiographique, l’histoire des femmes occupe une place tout à fait singulière par la transversalité que son objet suppose. Cet aspect est largement absent des études consacrées à José Carlos Mariátegui (1894-1930), or il est indispensable de se pencher sur la question du féminisme et du rôle des femmes dans ses écrits si l’on prétend comprendre son œuvre théorique et militante. Cet article revient sur les textes dans lesquels Mariátegui parle du féminisme ou de causes féministes et montre comment l’auteur évolue d’une position traditionaliste conservatrice vers une alliance entre féminisme et révolution.

ECOLOGIA DE VIOLÊNCIAS NAS PERIFERIAS URBANAS EM TEMPOS DE EMERGÊNCIAS DE SAÚDE MULTIESPÉCIE

A violência é um problema de saúde e um determinante das emergências de saúde, com dimensões estruturais que vão além das agressões físicas interpessoais. Neste texto, esboçamos a noção de ecologia de violências e a relacionamos com vivências da pandemia de Covid-19 numa favela paulistana, a partir de uma perspectiva de saúde multiespécie. Mostramos como marginalização, precariedade imposta, exploração, perseguição, expulsões territoriais, práticas de encarceramento e agressões no ambiente domiciliar violentam seres periféricos, humanos e outros-que-humanos, encontrando nas emergências de saúde a possibilidade de se elevarem à condição de sindemia de violências. Isso aconteceu na pandemia de Covid-19, em epidemias anteriores e provavelmente acontecerá nas próximas emergências de saúde. Por meio da ecologia de violências, damos mais visibilidade à imbricação que frustra tentativas de prevenção e proteção frente a emergências de saúde – imbricação entre dispositivos marginalizantes, modalidades de violência e emergências de saúde, materializada em coletivos multiespécies.

CAMINHOS DA REVOLUÇÃO: RODNEY ARISMENDI E AS EXPERIÊNCIAS LATINO-AMERICANAS

Este artigo é parte do processo de pesquisa desenvolvido junto ao mestrado do Programa de Pós-graduação em Integração da América Latina da Universidade de São Paulo (PROLAM/USP). Consiste em analisar as interpretações e elaborações de Rodney Arismendi acerca do que chamava de caminho uruguaio ao socialismo. O referido autor fora Secretário-Geral do Partido Comunista do Uruguai (PCU) e editor da Revista Estudios, periódico teórico da agremiação, entre 1955 e 1989. O trabalho traz ainda reflexões acerca das experiências cubana e chilena a partir do triunfo de Fidel e Allende, respectivamente. Faz-se estas duas referências graças ao peso que ambas tiveram nas leituras de Rodney Arismendi, assim como na esquerda latino-americana. Por fim, trataremos do caso uruguaio e a experiência da Frente Ampla inserida no contexto da tática defendida por Arismendi.

GRAMSCI: TEORIA DO IMPERIALISMO OU TEORIA DA HEGEMONIA GLOBAL?

Neste texto, propõe-se fazer um estudo sobre a análise das relações internacionais desenvolvida por Gramsci nos Cadernos do Cárcere. Partindo-se do princípio de que o autor raramente utilizou o conceito de imperialismo em seus escritos, a questão central que se coloca é a existência de uma possível incompatibilidade do uso dos conceitos de hegemonia e imperialismo nesta obra. Conclui-se, a partir destas leituras e da análise adicional dos trabalhos de Gramsci e dos autores neogramscianos, que estes conceitos são complementares e não antagônicos.

A DINÂMICA DA HISTÓRIA EM AMÍLCAR CABRAL

Este trabalho busca analisar a concepção do líder guineense e cabo-verdiano Amílcar Lopes Cabral (1924-1973) sobre a dinâmica da história. Nascido na Guiné-Bissau e morando a maior parte de sua juventude em Cabo Verde, fica conhecido a partir dos anos 1960 como o fundador, líder e principal teórico do Partido Africano da Independência de Guiné-Bissau e Cabo Verde, o PAIGC. Assassinado em 1973, suas obras compõem um corpus essencial para o pensamento africano do século XX. Agrônomo, tratou sempre do tema do solo, da terra e, em especial, da erosão. Entretanto, seu contato com a história, podemos dizer de forma generalizada, se dá em dois âmbitos (independentes, mas interdependentes): o do anticolonialismo, pensando historicamente a construção das nações de Guiné-Bissau e Cabo Verde, ao mesmo tempo em que é obrigado a pensar a historicidade da ocupação portuguesa; e o do marxismo, que tem, pela história, campo primordial de reflexão e ação desde seus fundadores, Karl Marx e Friedrich Engels. A obra de Amílcar Cabral e a teoria criada pelo mesmo terão, portanto, importantes bagagens e uma interessante proposta de resolução da dinâmica histórica que temos de abordar com particular interesse.

ANTI-LUBBOCK: AS “NEGAÇÕES” DO VELHO MOURO CONTRA O BARÃO DE AVEBURY

O artigo procura contribuir para o conhecimento e a difusão do conteúdo e das ideias contidas nos assim chamados “Cadernos Etnológicos” de Karl Marx, que apenas nos últimos anos se tornaram objeto de atenção por parte de alguns antropólogos e historiadores brasileiros. O leitor encontrará nas páginas que seguem tanto uma apresentação panorâmica quanto uma interpretação circunstanciada das anotações marxianas sobre a obra-prima de um dos mais notáveis e conhecidos homens eruditos de sua época: o banqueiro e cientista britânico John Lubbock. Expressivas de um momento em que a disciplina antropológica dava os primeiros passos rumo à consolidação de sua autonomia frente aos estudos históricos e às ciências naturais, as notas de Marx sobre Lubbock (produzidas em 1882) apontam para os limites da razão evolucionista então vigente e sugerem, direta ou indiretamente, uma consciência concreta e transformadora sobre a historicidade das formações sociais não capitalistas.

URUGUAY EN EL REINO DE LA COMPETENCIA

Una mirada crítica a la reforma educativa emprendida en Uruguay, en el contexto de una orientación global dirigida a implantar el Enfoque por Competencias. Se examinan los precedentes, desde el siglo pasado, en el largo proceso de construcción de un consenso, que abarca todo el espectro partidario, sobre la necesidad de la reforma y sus características. Asimismo se presentan valoraciones de autores diversos sobre las coordenadas pedagógicas e ideológicas prevalentes en esta política educativa.

O POLÍTICO E O SOCIAL COMO FORMA: UMA APROXIMAÇÃO A PARTIR DE MARTÍ, RODÓ E MARIÁTEGUI

Neste trabalho, investigamos em que contexto se tornou inteligível a ideia da existência de um pensamento político e social latino-americano. Para tanto, propomos um estudo da produção textual de três nomes, via de regra, considerados os precussores da reflexão acerca da identidade dos povos da América Latina, a saber: o cubano José Martí, o uruguaio José Enrique Rodó e o peruano José Carlos Mariátegui. Nesse sentido, apresentamos uma hipótese de leitura. Tal hipótese parte de uma formulação geral, a de que a singularidade do pensamento político e social, em terras sul-americanas, no fim do século XIX e início do XX, estaria calcada na estetização da palavra como modalidade de reflexão.

El pensamiento de Mariátegui en la escena contemporánea: siglo XXI

El pensamiento de Mariátegui La Escena contemporánea Siglo XXI, recoge las ponencias que se presentaron en el Simposio Internacional convocado y organizado por la Cátedra José Carlos Mariátegui, organizado por Sara Beatriz Guardia, que se realizó el 14, 15 y 16 de junio, 2021, con el objetivo de reflexionar la realidad de América Latina, y debatir las propuestas teóricas del pensamiento social, cultural, político, económico y filosófico de Mariátegui. Es decir, asumir desde esta perspectiva los problemas actuales, y escribir La Escena contemporánea siglo XXI.

Le marxisme d’Eric Williams

Historien et professeur, il est à la tête du mouvement pour l’indépendance de Trinité-et-Tobago, dont il est Premier ministre pendant deux décennies. Il se distingue également comme l’un des marxistes à avoir mis en lumière les liens entre l’esclavage en Amérique et le capitalisme Par Gustavo Velloso* [Traduction du portugais : Aloys Abraham, Emma Tyrou, Félix Gay, Jean-Ganesh Faria Leblanc, Laure Guillot-Farnetti] WILLIAMS, Eric  (trinidadien; Port-d’Espagne, 1911 – Port-d’Espagne, 1981) Vie et pratique politique Eric Williams (1911-1981) est né dans la capitale de Trinité-et-Tobago, au début du XXe siècle, alors que le pays était encore une colonie spécialisée dans la production de cacao, de sucre, de noix de coco et d’huile pour approvisionner l’empire britannique. À cette époque, le passé esclavagiste était encore bien vivant, et avait laissé en héritage à cette société coloniale différentes formes d’exploitation du travail et une masse de travailleur·es, majoritairement noir·es, pauvres, analphabètes et sous-payé·es. L’administration coloniale fonctionnait selon le système de la « colonie de la couronne » (« crown colony system »), qui empêchait les autochtones d’élire leurs propres représentant·es au Parlement britannique. Une grande partie du pouvoir politique était concentrée entre les mains d’un seul homme – George Ruthven le Hunte (1908-1975) -, représentant du monarque anglais et dirigeant local. Issu d’un milieu familial modeste, Eric Williams était le fils d’un petit fonctionnaire de la poste de la ville. Du côté maternel, le futur historien hérita d’une ascendance métisse aux racines africaines et françaises. Son enfance fut marquée par de nombreuses difficultés matérielles pour la famille, ponctuées toutefois de périodes plus clémentes. Élève brillant à l’école primaire, il obtint en 1922 une bourse pour entrer au prestigieux Queen’s Royal College [Collège royal de la Reine] de la capitale trinidadienne. Il demeura à Port-d’Espagne jusqu’en 1932, année où il décrocha l’une des rares places réservées aux étudiants caribéens souhaitant être transférés à Oxford ou à Cambridge, en Angleterre. Au cours de ces années d’études précédant le voyage, il rencontra l’historien, journaliste et militant socialiste Cyril Lionel Robert James, également trinidiadien, dont les idées politiques le marquèrent et avec qui il traversa l’océan Atlantique. À Londres, il s’engagea dans des études d’histoires à Oxford. Il y établit des contacts avec un cercle radical d’intellectuels noirs anticoloniaux, qui comprenait, entre autres, les révolutionnaires Kwame Nkrumah et George Padmore, ainsi que James lui-même. Après avoir excellé dans les cours d’histoire moderne, Eric Williams s’orienta vers la recherche historique, obtenant un doctorat en 1938. Un an plus tard, il commença à enseigner à l’université Howard de Washington (États-Unis), où il vécut jusqu’en 1948. Durant cette période, il participa activement aux débats sur les horizons qui s’ouvraient pour les pays caribéens – dont l’indépendance approchait. Entre 1943 et 1955, il fut membre de la Commission anglo-américaine pour les Caraïbes [Anglo-American Caribbean Commission], destinée à promouvoir le développement économique et politique des îles de l’archipel. Entretemps, Eric Williams était retourné à Trinité-et-Tobago (1948) et avait pris la tête d’un mouvement non-violent pour l’indépendance politique du pays. En 1956, après des négociations avec la Grande-Bretagne, Trinité-et-Tobago obtint le droit de s’autogouverner concernant les affaires intérieures. La même année, Williams contribua à la fondation du Mouvement national populaire [People’s National Movement], un parti politique dont l’objectif était de mener à bien le projet d’indépendance. Nommé au poste de Premier ministre de la Fédération des Indes occidentales (1959-1962) – qui, outre Trinité-et-Tobago, comprenait alors les colonies de la Jamaïque, de la Barbade et des Îles sous le Vent –, Williams mena les négociations avec les Britanniques qui aboutirent à la proclamation de l’indépendance de son pays en 1962. Figure centrale de la scène politique de Trinité-et-Tobago, il occupa le poste de Premier ministre de l’État indépendant entre 1962 et 1981, année de sa mort. Ses efforts à la tête de l’État de Trinité-et-Tobago furent particulièrement importants dans le domaine de l’éducation et de la modernisation de la structure productive nationale, à travers la diversification agricole et industrielle. Cependant, il conduisit cette transformation en ouvrant le pays aux capitaux étrangers. Cela valut à Williams une réputation de dirigeant modéré et certaines critiques de la gauche (ainsi que la prise de distance définitive de C.L.R. James). L’un des épisodes les plus représentatifs de la gravité des tensions entre Eric Williams et l’aile radicale des milieux socialistes de Trinité-et-Tobago se produisit à partir de 1970 : mené par le mouvement Black Power, une vague de protestations contre le taux de chômage élevé et la présence d’entreprises étrangères dans le pays entraîna une escalade drastique de la violence. Bien que le dirigeant du pays se soit initialement déclaré favorable aux revendications des militant·es, son soutien ne suffit pas à contenir les protestations. Après la proclamation d’une grève générale et l’adhésion d’une partie de l’armée au mouvement, qui commença à réclamer la démission du Premier ministre, Williams déclara l’état d’urgence (qu’il suspendit lui-même en 1972), et fit réprimer les manifestant·es, allant jusqu’à demander l’intervention des États-Unis pour calmer la situation (demande qui ne fut pas suivie d’effet). En raison de son rôle de premier plan dans le processus d’émancipation politique de son pays natal, de sa production en tant qu’intellectuel et de son action en tant qu’homme d’État, Eric Williams est considéré comme l’une des figures les plus influentes de l’histoire de Trinité-et-Tobago, et comme un « père de la nation ». Il a reçu de nombreuses distinctions nationales et internationales, tant pour ses efforts de rapprochements bilatéraux avec divers pays périphériques du système capitaliste que pour le pragmatisme de son gouvernement – qui s’est traduit par la coopération avec les pays du bloc capitaliste pendant la guerre froide. Il est décédé chez lui dans son sommeil, à l’âge de 69 ans, en mars 1981. Contributions au marxisme L’engagement marxiste d’Eric Williams ne peut être qualifié de “théorique”. Il ne s’est jamais soucié de se rattacher à tel ou tel courant marxiste, de soumettre ses idées à l’épreuve d’un concept ou d’une catégorie spécifique du matérialisme historique, ni même de fonder sa production écrite sur ceContinuar lendo “Le marxisme d’Eric Williams”

Instruções para um levante armado [PDF gratuito]

“Instruções para um levante armado”, de Auguste Blanqui (1866) é um manual que detalha táticas para se construir revoltas populares armadas, tratando da necessidade de organização e método para a efetivação de levantes populares. A presente tradução, de Yuri Martins-Fontes, foi publicada na Revista Mouro/Núcleo de Estudos d’O Capital, São Paulo, n. 6, janeiro de 2012.

Retrato do Brasil #36

04 Ponto de Vista Por que crescer é ruim?O governo quer brecar a economia e Dilma e Serra parecem não ter o que dizer a respeito 08 Só os buracosNa mineração, geralmente é o que sobra. Os municípios de Minas e Pará, no entanto, esperam que a nova regulamentação do setor mude essa situação [Gabriela Guedes] 12 Muito além da tecnologiaAo deixar o ministério, Hélio Costa criou o sistema brasileiro de rádio digital. E legou ao mercado a definição do modelo [Jonas Valente] 14 O grande jogo da bola e sua criseO esporte mais popular do mundo agiganta suas finanças enquanto, em campo, apequena-se cada vez mais [Antonio Martins] 26 Quem diz o que quer…O Departamento de Estado americano mete a colher, e a China recomenda: cuide do próprio quintal quando tratar de direitos Humanos [Flávio Dieguez] 28 Uma revolução morenaNos EUA, a população hispânica cresce e se mobiliza, tornando-se a mais nova força política do país [Yuri Martins Fontes] 32 A ratoeira da guerraSob a égide americana da “legítima defesa”, o Paquistão vive um conflito silencioso. Que tende a piorar [Flávio Dieguez] 38 Gritos e sussuros soltos no arGianfrancesco Guarnieri é homenageado no teatro pela atriz Georgette Fadel, com arranjos musicais de Edu Lobo e Carlos Lyra [Izaías Almada] 40 O ladrão de pernas de borrachaBiografia do bandido ítalo-paulistano Gino Meneghetti reavalia lendas sobre o personagem, mas não analisa a cidade que lhe serviu de palco [Julia Andrade e Maurício Cardoso] 42 A atualidade de MariáteguiTardiamente publicado no Brasil, pensador peruano, cuja obra tem mais de 2 milhões de exemplaresvendidos, tornou-se referência marxista no mundo [Yuri Martins Fontes] 44 Tempo perdido…A polêmica reforma da Lei do Direito Autoral tenta corrigir atrasos sob as críticas de intermediários das obras culturais [Aloisio Milani]